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NOSSOS SÍMBOLOS
MEDALHA
A medalha Alferes Joaquim José da Silva Xavier - Tiradentes - é conferida aos Membros Titulares e Honorários, por ocasião de suas admissões.
BANDEIRA
Foi criada pelo CD Jesus Broxado Dias Carneiro, membro da Sociedade Brasileira de Belas Artes e do Clube da Medalha do Brasil e ocupante da Cadeira 19 da ABOMI. A Bandeira possui um retângulo na cor grená, contendo no centro um triângulo eqüilátero branco, assentando sobre o mesmo um círculo (o brasão da ABOMI), na cor grená, cujos emblemas representam a Marinha, o Exército, a Aeronáutica e a Odontologia. Sob este círculo, duas palmas de louros verdes.
Esta bandeira foi aprovada na reunião da Academia Brasileira de Odontologia Militar, realizada no dia 8 de novembro de 1984, sob a presidência do Capitão-de-Fragata (CD) RRm Dr. Vinícius Ribeiro Soares, que mandou confeccioná-la imediatamente.
E perante ela que os Membros Titulares empossados fazem o seguinte juramento: "Prometo, como Membro Titular da Academia Brasileira de Odontologia Militar, cumprir fielmente os seus estatutos, empenhando-me para o bem da humanidade e grandeza da Odontologia."
Simbologia
O grená representa a cor primitiva da Odontologia do Brasil, cujo anel de grau era a granada, em homenagem aos pioneiros da Odontologia pátria.
O triângulo equilátero representa o equilíbrio que deve existir na Odontologia das três Forças: Marinha, Exército e Aeronáutica. A cor branca representa a pureza dos ideais da Academia.
Os verdes louros, que orlam o brasão da Academia, representam a primeira Academia que existiu no mundo, criada por Platão - um jardim de Atenas, na Grécia, onde ele ministrava suas aulas de Filosofia. Em homenagem ao herói grego Academus, Platão deu seu nome ao jardim, originando a palavra Academia.
Sem copiar ninguém, porém, mantendo a tradição de que toda organização social deve ter seus símbolos, nossa Academia criou a bandeira (símbolo visual) e o hino (símbolo auditivo).
O Ac. Jesus Broxado Dias Carneiro é o autor do hino da ABOMI. A música e a letra do hino nasceram num mesmo instante de inspiração. A música tem ritmo marcial, porém melódico. A letra é simples, fácil, coloquial. Música e letra foram inspiradas na bravura dos pioneiros de nossa profissão e na esperança que depositamos em nossos contemporâneos.
Segundo o cirurgião-dentista Paulo Jordão Bastos, que também é professor de música e maestro, não há o que acrescentar ou modificar. É um belo hino.
A opinião desse mestre de renome e de outros musicistas do Rio de Janeiro nos animou a submetê-lo à apreciação dos colegas para registrá-lo na Escola de Música da UFRJ como hino oficial de nossa Academia.
Na noite de 26 de novembro de 1985, no início da Sessão Solene, sob a presidência do Ac. Luiz Carlos Hipólito da Silva, foi apresentada aos Acadêmicos uma gravação ensaiada com o coral da ABORJ, tendo ao piano a regente Maria Helena da Costa.
Houve muita euforia e a aprovação foi imediata. O Ac. António Paulo França propôs a execução do hino no início das grandes sessões da ABOMI.
Entusiasmado, o titular da Cadeira nº l, Ac. Vinícius Ribeiro Soares, disse: "Ouvindo a melodia e a letra acho que o autor foi feliz quando disse que estava apresentando um hino moderno. Letra curta e de fácil assimilação que se enquadra magnificamente na melodia. Achei espetacular este começo de sessão. A nossa Academia é austera, porém organizada e original."
O Ac. Telmo Novak sugeriu que as sessões fossem iniciadas com o nosso hino, pois criaria um clima estimulante, fazendo com que todos se sentissem bem. E concluiu: "Este clima deve ser repetido."
O Ac. José A. Bomfim propôs um voto de louvor ao autor do hino e aproveitou a oportunidade para doar à ABOMI um quadro (óleo sobre tela) retratando Tiradentes. A reunião foi encerrada com aplausos gerais e sob os acordes do nosso hino balizado com o nome "Exaltação".
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